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O GDSE inspeccionou o terreno da Central Térmica de Macau quando se aproxima a conclusão da demolição

Macau, 5 de Junho de 2018

Os trabalhos de demolição da Central Térmica de Macau (CMC), que tiveram início em Janeiro de 2017, estão prestes a concluir. Por forma a acompanhar o progresso da fase final, Horry Hoi, Director do Gabinete para o Desenvolvimento do Sector Energético (GDSE), visitou a CMC para inspeccionar o terreno.

Acompanhado por Bernie Leong, Presidente da Comissão Executiva da CEM, e por Benjamin Yue, Assessor Principal da Comissão Executiva da CEM, Horry Hoi primeiro observou a CMC do terraço do Edifício CEM, procedendo depois à inspecção no terreno. Durante a inspecção, os engenheiros da CEM explicaram a Horry Hui o progresso dos trabalhos. O processo de todo o projecto de demolição tem estado em conformidade com os padrões de segurança e qualidade. Para além da drenagem subterrânea e da estrutura à superfície, todos os edifícios foram já demolidos. A CEM concluiu o projecto com sucesso de acordo com a calendarização original.

A CMC serviu Macau por mais de 110 anos. Há alguns anos atrás, o Governo da RAE de Macau discutiu com a CEM sobre a devolução do terreno da desmantelada central térmica para o Governo para desenvolvimento de habitação pública, ficando a CEM responsável por todo o projecto de demolição. A dimensão da CMC é de aproximadamente 18.540 m². O âmbito do projecto de Desmantelamento, Descontaminação e Demolição (DDD) inclui zona de tanques, sistema de águas oleosas, armazém de químicos e tanques de água, estação de tratamento de fuelóleo, chaminés, caldeira auxiliar, estação de combate a incêndios, torre de arrefecimento, turbinas a gás, edifícios de controlo, valas de cabos e tubos, salas de máquinas, tubagem de fuelóleo, tubagem de óleo de lubrificação, tubagem de gasóleo e tubagem de combustível no exterior das instalações entre a CEM e o cais na Avenida da Amizade. A parte mais difícil foi a remoção da chaminé de 101 metros de altura, que levou quatro meses a concluir. Julga-se ter sido o trabalho de demolição com a altura mais elevada alguma vez levado a cabo em Macau.

A CEM tem-se preocupado sempre com a protecção ambiental e tomou em consideração o facto de a CMC estar localizada numa zona residencial. De modo a proteger o ambiente e a saúde dos residentes, em conformidade com os requisitos ambientais aplicáveis, a CEM contratou empreiteiros qualificados para procederem aos trabalhos de remoção do amianto e reduzir a possibilidade de descarregar o solo contaminado durante o processo, tomando as medidas de mitigação recomendadas no Relatório de Avaliação do Impacto Ambiental. Além disso, a CEM instalou equipamento de monitorização da qualidade do ar e ruído no local e apresentou mensalmente relatórios ambientais à Direcção dos Serviços de Protecção Ambiental (DSPA) da RAE de Macau. Para relatar o progresso da demolição, foram também realizadas reuniões mensais regulares com a DSPA e o GDSE. Todos os dados de monitorização são disponibilizados semanalmente no website da CEM para consulta do público.

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