1989 – 2000
AAssim, a seguir ao grupo Sino-Francês, foi
a vez, em Dezembro de 1989, do grupo liderado pela IPE, Investimentos
e Participações Empresariais, Holding Estatal Portuguesa,
incluindo o BNU, o empresário Ilídio Pinho, a Electricidade
de Portugal e, mais tarde, o investidor de Macau, Johnny Or, adquirir
uma importante participação no capital accionista da
CEM, de 45%, igualando assim o participação do grupo
Sino-Francês. Ficou assim completa a privatização
da empresa, mantendo-se na posse do Território 8% do capital.
Em Fevereiro de 1990, a CEM assinou com um sindicato de bancos um
contrato de financiamento e facilidade de crédito no montante
de 450 milhões de patacas, para fazer face ao investimento
de dois novos geradores para a Central de Coloane. Foi a maior operação
do género feita até esse ano por qualquer entidade privada
de Macau.
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Central Térmica
de Coloane – B (CCB) |
Em 1991 completou-se a remodelação da rede de distribuição,
entraram em funcionamento mais dois grupos geradores na Central de
Coloane e foi anunciado um plano de recrutamento e formação
de quadros locais, tendo em vista a substituição progressiva
dos quadros do exterior por quadros locais.
Já no ano de 1993, foi inaugurada a subestação
do Porto Exterior, que iria servir as novas áreas do ZAPE e
do NAPE (aliviando a sobrecarregada subestação Lisboa)
e entrou em serviço o Sistema de Despacho de Transporte e Distribuição
de Macau, que envolveu um investimento de 44 milhões de patacas
e permite supervisionar e controlar automaticamente as redes de transporte
e distribuição de energia eléctrica.
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Centro de Despacho |